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28 de jan de 2014

Chega de cheiro

Quem nunca pegou na mão um pincel(eu quase escrevi brocha) e brincou de pintar alguma coisa, que comece agora! Ou quem nunca teve uma arteiro ao seu lado depois de pintar uma porta ou um cadeira em casa, que fosse?

O duro é suportar aquele cheiro horroroso de solvente pra tirar os respingos de tinta, que só ficam charmosos em filmes.

Então foi assim que eu descobri uma alternativa sem cheiro. Saí do banho depois de fazer umas artes com tinta a óleo nessa sauna em que estamos neste mês e, imagine se eu não havia esquecido uma lambuzada da mais pura cor de nogueira no meio da perna. 

Como eu pretendia dormir sem aquele mau cheiro, fui buscando entre os neurônios, algum coisa que não fosse o solvente. 

Hum... Óleo de cozinha tira manchas de piche da praia, que são basicamente feitas de petróleo, de onde provavelmente vem as tintas. 

Lá do fundo do armário do banheiro salta o glorioso óleo mineral.

Tiro e queda! Bom até para algum restinho que fique nos dedos, embaixo das unhas. 

Nunca mais aquele cheirinho que não desgruda.

A foto veio daqui.

3 comentários:

Dalva M. Ferreira disse...

Uia! Bom saber...

neu costa disse...

Casa de Flamenguista? Deve ter ficado muito bonita a pintura vermelho, branco e preto.

Clarice disse...

Dalva, o solvente tem um cheiro que acaba até com namoro.
Abraço.

Neu, casa de flamenguista, sim, mas a mão não é minha, veio daquele site do link. A pintura foi cor de mogno.
Abraço.