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24 de set de 2013

As Gaivotas

Eis as gaivotas.
Oferecidas, agitadas, confiantes. A bem da verdade devo dizer que nada foi tão fácil de fotografar quanto elas. Foi só ligar e ir girando, clicando, clicando e clicando.
Elas não se importam com minha presença. Estão de olho nos barcos.
Elas acostumaram com a rotina dos pescadores, que chegam já acompanhadas delas. Os limpadores de peixes das peixarias que ficam perto da areia ensinaram, que se elas esperarem ganham as vísceras dos peixes. Daí a aprender foi só observar e passar para outras gerações.
A concorrência com os urubus é séria, mas pacífica. Em breve estarão aí.(Ao fundo a Ilha do Campeche. Entre aqui ou digite no Google e conheça os registros arqueológicos.)
Mais uma, antes de ir embora de alma cheia. Antes que elas e eles encham a pança.

8 comentários:

São disse...

Um urubu eu vi quando estive em Fortaleza.

Meu DEus, o seu país tem praias lndissimas, quase intocadas, e com água quentinha de dar gosto!


As fotos estão muito bonitas.

Abraços te deixo, bella

Pitanga Doce disse...

Então estavam aqui os membros da família esvoaçante que por vezes contorna a "árvore"? Ah, Clara, que nem sempre querer é poder e eu morro de inveja quando vou à praia e às vejo ali tão livres e atravessando o mar...o meu mar.

beijos pitangueiros (sem asas)

Pitanga Doce disse...

Clara, deixei aqui um comentário, ontem. Não entrou não?

Clarice disse...

São, tão estranho descobrir que por aqui existem urubus e por aí não. Nunca havia pensado nisto. Eles são imponentes, feios e voam maravilhosamente.
As praias aqui do sul você precisa descobri também. É outro universo, tão grande esta terrinha.
Abração.


Pitanga, quinta-feira é dia de são pega por aqui e agora, só agora, às quase 16 horas consegui sentar. Tirando os 20 minutos do almoço foi um salário e meio merecido, bem merecido.

Pois, as gaivotas... elas passam por aqui, sobre minha cabeça ao anoitecer. Talvez tenha sido este o caminho que faziam antes de levantarem o prédio. Aprenderam a fazer a volta sem se perder. Quem sabe...quem sabe.
Abração.

Dalva M. Ferreira disse...

Olá, Claire! Que fotos tão bonitas...eu vou furtar uma pra tentar reproduzir em aquarela. Eu amo pintura, e pretendo desenvolver essa técnica, amo essas gradações de verde e azul, essas transparências do mar lambendo a areia da praia. Quem não? Eu não saí do Mirada não, estou é numa fase de refluxo. Blé! bjos

Clarice disse...

Dalva, fique à vontade. Tem um comando que impede de copiar a foto direto do blog. Se não conseguir pelo desvia avise que mando por e-mail. Mas quero ver o resultado.

Eu também me encanto com os tons que essa água mostra. Cada dia diferente. Hoje, por exemplo está chegando na areia o resultado da forte ressaca desta semana então a água está pintada de branco e marrom.
Um dia dei sorte e consegui um tom de azul que nunca mais vi, nesses quase 9 anos que estou aqui. Vou andar pra você ver.
Bonfindi.

Justine disse...

Que revigorante é o contacto com a natureza! Também a mim me encanta observar a aprendizagem que, pouco a pouco, os animais vão fazendo para viverem bem junto dos homens!
Belíssimas fotos, Clarice:))))

Dalva M. Ferreira disse...

Obrigada, Clair. Generosa.