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11 de jan de 2012

De que são feitos os ídolos

O pai dele era contabandista de bebidas, dominador, autoritário. A mãe teve muitos filhos, entre eles uma com deficiência mental, que foi lobotomizada.

Ele não queria ser político, tinha dificuldade para falar, sofria de dores crônicas, era viciado em drogas para a dor e mulheres. Foi forçado pelo pai a concorrer a cargo público em lugar do irmão, que morrera.

Quando já ocupava posição de destaque traía sua esposa descaradamente. Ela se vingava gastando horrores. Ela também era viciada em analgésicos, vício que começou depois que se casou.

Ele foi um mandante medíocre e atrapalhado. Morreu, como outros dois irmãos, assassinado.

A viúva e um irmão dela negociaram um casamento com um bilionário estrangeiro, por uma cifra com muitos zeros, quando ele ainda estava ligado a uma cantora de ópera, que morreu de desgosto.

A mulher, viúva duas vezes, morreu de câncer. Seu filho, bonito e bem sucedido, casou com uma mulher temperamental e antipática.  Morreram os dois num acidente aéreo muito mal explicado.

Sobrou uma filha daquele presidente, sem qualquer brilho e fama. O tio dela, que se envolveu na morte de uma de suas amantes, num acidente de carro, morreu de câncer no cérebro.

De perto os ídolos são tão iguais a todos!

6 comentários:

Justine disse...

Parece o argumento de uma novela mexicana...mas a vida é uma novela!

São disse...

E eis os KEnnedy!!

Abraços

AvoGI disse...

que desgraça mulher! tudo junto?
kis .=)
há familias sem sorte
kis .=)

Lian Tai disse...

De perto somos todos iguais. E loucos!

Dalva Maria Ferreira disse...

Quem diria! Eu lembro que chorei quando o JFK morreu matado, a notícia abalou o mundo inteiro.

Clarice disse...

Justine, não me dê ideias, menina!
Beijo

São, até minha família daria uma bela história, mas essa tem de tudo e em doses cavalares.
Beijo.

AvoGi, tudo junto e misturado. Fora o que não se sabe.
Até!

Lian, o que nos distingue é o desodorante, que disfarça melhor ou pior nossos cheiros. No mais...
Abração.

Dalva, eu lembro exatamente onde estava quando ouvi a notícia pelo rádio Semp com fio de arame na antena pra ouvir melhor. Depois a porta se abriu e só sobrou a história cheia de respingos de barro.
Abraço.