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8 de set de 2011

Asas ao sol

Não é justo que, agora, quando aprendi a voar, o sol queime minhas asas todas as manhãs.
Não é justo que, agora, quando eu aprendi a ouvir os sons, a realidade me impeça de conhecer novas canções.
Não é justo que, quando minhas mãos aprenderam a distinguir as texturas do caminho, sejam amarradas às minhas costas.
Não é justo que, quando meu coração alcance o ritmo certo, esteja vazio.

A foto é de minha sacada, em dia de visita, em agosto.

2 comentários:

Pitanga Doce disse...

Não é justo que quando aprendi a voar, queiram me cortar as asas!!!

Linda borboleta. E logo amarela!

Já acabaram as obras, bela???

Clarice disse...

Pitanga, sempre tem um avião, né?

Que nada! Agora que terminaram a primeira camada do primeiro prádio,estão começando a fundação do outro. Isso vai até metade do ano que vem.
Beijos.