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30 de jun de 2011

De vez em quando ele sumia e eu ia encontrá-lo nos lugares mais inusitados.

Adorava uma rede.

Ensinou a reciclar papelão...



e a amar incondicionalmente, até o fim.
O coração, cansado e doente, parou em 30 de Junho do ano passado.

Meu coração diz que foi ontem.

Que doces e intensas lembranças, Orfeu!

4 comentários:

Dalva Maria Ferreira disse...

Saudade...

Mauro Castro disse...

Pô, mas que post mais belo e triste, este aqui...
Há braços!!

Gloria disse...

É bem isso.Quem sabe agora, o seu coração aceite dividir as lembranças do Orfeu com outro ser? Abraços frios!

Clarice disse...

Dalva, pareço uma idiota quando me dou conta de que ainda penso nesse bichinho como se estivesse vivo, mas isso só acontece com seres especiais. Ele era.
Abraço.


Mauro, foram embora todos no meio do ano, assim fica meio pesado de carregar sem externar. Desculpe a tristeza.
Abraços gelados, vizinho.

Glória, tenho que ter muita responsabilidade e pensar muito antes de trazer mais bichinhos, pois na minha condição instável, não posso deixá-los sozinhos e os ossinhos estão me limitando cada vez mais. Assim, por enquanto, adoto de longe, a turma da Ceres.
Beijos.