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21 de dez de 2010

Epigenética? Mas que droga é essa?

Longe vai o tempo em que fazia sucesso cantar "O mal é o que sai da boca do homem!". Temos a nossa disposição porcarias de todas as cores, formas e sabores. Isso desde que largamos o peito da mãe. Duvida?

Lembra daquelas mamadeiras de plástico, fáceis de lavar, de preço acessível? Não esqueça as tigelinhas que vão, coitadinhas!, inocentes, tanto ao freezer quanto ao microondas! Você sai para caminhar e tira aquela garrafinha plástica do frezer, reutilizada em nome da ecologia? Ah, você vai ficar com nojo se eu falar do que você enfia na boca do amado bebê para que ele se acalme.

Isso prossegue na infância, adolescência, fase reprodutiva. Quem sabe o que realmente colocam nos nossos alimentos?

Pois bem, se você já ouviu falar de genética é hora de levar um susto. Uma pesquisa motivada por assustadores índices de doenças(graves) em adultos de uma determinada década e localização geográfica (não vou contar tudo, sossegue!), concluiu, entre outras coisas, que o que usamos e comemos influencia não só no que fazemos ao nosso corpo a curto e médio prazo, mas determina como será a geração seguinte. E a seguinte da seguinte.

A turma de doentes? Eram netos de sobreviventes de guerra que se alimentaram extremamente mal. A terceira geração ainda estava levando a alteração genética adiante.

Conclusão óbvia: o que você come programa seu filho e o filho dele, o neto dele.

Essa aludida pesquisa tem relação íntima com epigenética. Leia mais sobre o assunto. É do seu interesse, do interesse de seus filhos de quem alimentará os filhos e netos deles.

Vale também jogar fora as mamadeidas de plástico, que a 70C já soltam substância tóxicas. O mesmo vale para tigelinhas e garrafinhas colocadas no freezer.Colocar água para gelar e congelar nas garrafas de água, garrafas pet, copinhos plásticos? Nem pensar!

Mesmo que pareçam assuntos diferentes eles se cruzam, pois tanto o que comemos (sem saber) e o que inventamos inocentemente, tem consequências nas gerações futuras.

Fuja dos alimentos processados, leia etiquetas(palavras com mais de cinco sílabas boa coisa não são), prefira orgânicos(sei, são caros, mas a longo prazo economizam remédios), pesquise em sites médicos, estimule suas crianças a beberem sucos naturais, fale com nutricionistas.

Estão conseguindo alterar os seres humanos com as nojeiras que escondem no que comemos e usamos. Fuja do que puder.

Imagem e matéria sobre bisfenol aqui.

3 comentários:

Leika Horii disse...

Parece a minha mãe falando! =p
abraços

Leika Horii disse...

PS.: sabe pelos posts do meu blog q eu amo a minha mãe. É um elogio! =p

Clarice disse...

Leika, tua mãe sabe das coisas!
Ante de ler o PS eu já fiquei toda prosa.
Abraços.