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21 de jul de 2010

Atenção Porto Alegre e vizinhanças


Sentir frio é cruel, dolorido, injusto! Quando isso envolve crianças machuca ainda mais. Não é hora de perguntar por que eles vieram ao mundo. Há uma responsabilidade social que alcança todos nós.

Participe da campanha divulgada pela Ângela. Tire do armário aquela roupa que ninguém usa há mais de dois anos! Panos, cobertores, calças, casacos, tudo!

O espaço que você abrir no seu guarda-roupas será preenchido rapidamente com sorrisos e coisas novas, com certeza!

Descubra também na sua cidade onde há postos de doação, ou leve para creches, orfanatos, ONGs.

4 comentários:

Gloria disse...

Já fiz no mes passado. Aqui estamos sempre atentos a esse tipo de coisa, inclusive com nossos amiguinhos de 4 patas. Tem um casal que idealizou um sonho, venderam ap. em POA e compraram um sitio em Viamão, região metropolitana,e começaram a recolher cães de rua e a sustentar sozinhos a bicharada,(ela é professora e ele metroviario) assim como eu, só que perderam a redea da coisa, hoje eles abrigam a irrisoria quantidate de 230 cães! E dependem da caridade publica. Todo mes fazem a campanha da Usina, para arrecadar ração. Todo mes estou lá. E estou juntando montes de jornal, pois o frio e a chuva estão de lascar.É isso, vamos fazendo aqui e ali, conforme dá. Sabia que por uns dois anos tive esse "olhar" na minha area de trabalho? Em tempo o Jacob(gatoca) já foi adotado 2 vezes e devolvido. Bjs. Gloria

ManDrag disse...

É seguramente injusto quando pela nossa desatenção outros passam mal quando poderiam beneficiar de objectos e bens que nós dispomos, muitas vezes sem lhe darmos uso algum e até sem saber como nos desenvencilharmos deles, apenas porque não temos o hábito de pensar no próximo. Costuma-se dizer "longe da vista longe do coração", por isso são sempre necessárias as campanhas de sensibilização para despertar as mentes atrofiadas pelas pseudo-preocupações do mundo contemporâneo, que não são mais que condicionantes alienadoras dum sistema baseado na ganância.

Obrigado pela presença constante no Confessium, com comentários oportunos, os quais passo a responder:
Não estou assistindo aos especiais da Turquia no GNews, com grande tristeza minha. Uma questão de horários e de utilização por todos do mesmo televisor. Em casa de pobre já é bom ter um televisor em casa, né. E eu sou o único por aqui a gostar de ver noticiários e programas informativos. Apenas consegui ver uma das reportagens num blog. Já procurei no site do GNews e não consegui achar vídeos disponíveis ao público dessas reportagens. Mas são um país e um povo muito sui generis, sim
Sim, adoptei os contadores de visitas. Quem não é curioso? E na verdade por vezes dá resultados intrigantes: que teriam visto um cibernauta do Sudão e outro da Tailândia no meu blog? Terão entendido alguma coisa? Como chegaram lá? è divertido isso. hehehe
Quanto a viajar no Concorde... já se foi a oportunidade. Eu também não tive essa sorte. Viajar no Concorde era um exercício de puro prazer de voar. O prazer de voar acima da velocidade do som, com algum conforto. O prazer de voar tão alto que era possível ver a curvatura da Terra espreitando pela janela. E não era dos aviões mais poluentes. Foi o único avião comercial retirado de serviço com um único acidente com perda total da aeronave. Já o Boeing 737 (que equipa frotas inteiras, como a da GOL, brasileira) é o avião mais velho em serviço e tem um historial tristemente longo de acidentes, muitos com perda total. Só que viajar de B737 custa tanto (quase) como viajar de autocarro (ónibus).
Ah! O avião que tem dois andares é o Airbus 380 e já está ao serviço.
O problema da aviação não é o desafio dos deuses do ar, mas a poluição que deixam directamente nas camadas superiores da atmosfera, onde ela é mais perniciosa.
Quanto aos preconceitos e epítetos xenófobos eu tento ser contemporizador, mas há um momento em que já não dá mais perante a insistência dos outros.
Entendo as diferenças entre um epíteto carinhoso e outro grosseiramente discriminador. Apenas me achei no direito ao desabafo. Todos os povos têm o seu quê de xenófobos, mas uma coisa é a desatenta ignorância do povo e outra é ver esses maus-hábitos de discriminação nos próprios órgãos de informação pública. É necessário educar o povo e deixar de passar a mão pela cabecinha dos reincidentes e obstinados.
Como dizes: os cães ladram e a caravana passa, mas chega um ponto que até a caravana mais altiva se farta de tanta ladração. rsrsrs
Agora vou me dedicar ao post de hoje, pois já estou atrasado.
Sempre contando com a tua visita e comentários.

Abraço, desde um Nordeste hoje chuvoso.

São disse...

Meu bem, Deus te bendiga por tua preocupação. Eu , aqui, dou à Humana com esse fim.

Um abraçooo.

Mari disse...

Clarice, vim te visitar e deixar um beijo e abraço.

Vc disse a melhor palavra mesmo: ver gente como a gente passando frio é injusto!O vestuário do inverno é sempre mais caro, e nem todos podem comprar.

O Sul do Brasil realmente faz um friiio...

Importante qualquer campanha que ajude aos que não tem condições.