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21 de mai de 2010

O outro lado do Greenpeace

Fiquei boquiaberta quando li isto.

Usar de crueldade contra animais para fazer filme de protesto é demais. Pagar para que pessoas formem um bloco de protesto que dura enquanto as câmeras estão ligadas chega a ser nojento. Matar uma canguru prenhe para fazer vídeo ecológico com adolescentes bêbados, me dá ânsias.

Que raio de gente é essa? Qualquer bem que façam se escurece contraposto a essa sujeira.

A entrevista é longa, mas esclarecedora. Estarrecedora! Foi feita há alguns anos, mas continua válida. Alguns comentários acrescentam informações.

6 comentários:

São disse...

As ONGs e a Greenpeace e os ambientalistas não são , muitas, vezes, as pessoas e instituições benévolas que nós pensamos.

Beijinho.

Clarice disse...

São, realmente, de perto ninguém é normal. O jeito é fazer algo bem próximo e acompanhar.
Beijo e bom final de semana.

ManDrag disse...

Uma triste verdade essa.

Já à muito tempo que essa gente dos grupos ecologistas não me ilude. Sensacionalismos e demagogia nunca foram didácticos. E o que o povo precisa é de ser educado e não manipulado e embrutecido.

Salutas!

Clarice disse...

Mandrag, tinha uma confiança imensa nessa turma. Tão ruim levantar o pano e ver sujeiras.
Melhor gerenciar o quintal e construir mudanças com pequenos gestos.
Abraços e aceite um cafezinho.

novavidanovelhomundo disse...

Fiquei pasma agora!!
Aqui na Suécia tem uma expressão que eu não sei como é em português (embora eu acha que exista em português), que diz algo do tipo "quem fiscaliza os fiscalizadores"? Ficamos felizes com organizacões como o Green Peace, que fiscalizam certas indústrias, mas quem fiscaliza o próprio Green Peace? Acho que caímos no 'conto da novela da Globo', no dualismo do bem/mal, enquanto que tudo nesse mundo tem um pouquinho de cada, ninguém se salva por completo. Tirste ver até onde se chega pra provar algo...

Clarice disse...

Mariel, muito bom receber você aqui.
Será que sempre haverá interesse econômico por trás dessas tão necessárias forças que se contrapõesm ao poder instituído.
Fiquei triste também, mas vou continuar olhando para o quintal para mudanças.
Abraços chuvosos de Floripa.