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31 de mai de 2010

Como é que é?

Tomara que você seja melhor de bola do que de conceitos, jovenzinho!

Felipe Melo, assim como muitos jogadores brasileiros, definiu a bola com que vão disputar a Copa do Mundo de futebol, como horrível. Não entendeu como a FIFA podia ter aceito que aprovassem uma bola como aquela. E, joia das joias, acrescentou:

Essa bola, hum..., a outra era como mulher de malandro. Podia bater que ela fazia o que você queria que fizesse. Esta (a da Copa) é igual a patricinha: não gosta que batam nela.

Posso não ter sido fiel a todas as palavras, mas as essenciais estão aí.

Com um rapaz de pouco mais de 20 anos a cuspir asneiras desse tipo em rede mundial, quem precisa de marketing para a violência doméstica?

6 comentários:

AVOGI disse...

olha ele que coitadinho só sabe dar pontapés na bola e pontapés na namorada . que esperto esse. kis:)

Pitanga Doce disse...

Ó que poxa! Que é pra não dizer outra coisa. Sério candidato a uma galhada na testa.

novavidanovelhomundo disse...

O que dói é imaginar o tanto de homens que devem estar repetindo a frase nas rodinhas brasileiras, achando o máximo... ê, cultura...

ManDrag disse...

O mal é que as afirmações alarves dessa gente do futebol é repetida e copiada até à exaustão e aceite como dogma por muita gente.
O chauvinismo machista ainda se encontra profundamente arreigado nas mentes. E assim continuará enquanto todo mundo achar que vale mais ser famoso que ser culto.

Abraço

Clarice disse...

São, esperoque alguém o ponha de castigo quando voltar.
Abração.

Pitanga, o cara se acha. E ainda se defendia porque alguém poderia pensar que ele é mau caráter por ter dado uma canelada no Kaká.
O que houve de tão ruim nesta semana?
Abraços.

Mariel, na Tv por satélite parace que só conseguiram ouvir o apelido de patricinha, e como está na moda por aqui, não "repercutiu". Isto é ainda mais triste.
Abração.

Mandrag, por mais que mude o mundo pedra é pedra e não aprende.
Abraços.

Pitanga Doce disse...

Clarice o que houve de ruim? A bruxa tava solta.

Quando ia para a Casa um cabrão de bicicleta meteu a mão no meu pescoço e arrancou aquela mandala azul que aparece em quase todas as minhas fotos. Quando chego na Casa fico sabendo que um dos hóspedes que fez quinze anos na Páscoa foi pra casa dele porque "não há mais nada a fazer".

Credo! Tô ouvindo Sara Tavares até hoje pra me equilibrar, filha!