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9 de out de 2009

Isso me dá medo!




Não basta que tenham destruído atóis com testes idiotas,
que tenham sujado os mares,
queimado e derrubado florestas,
emporcalhado rios,
matado crianças e civis inocentes com desculpas absurdas;
que tenham invadido casas e vidas,
vitimado bilhões de animais indefesos em testes de laboratório,
derrubado sonhos,
esburacado o chão para enriquecerem,
secado mares,
usado nosso dinheiro para fins escusos,
testado remédios em cobaias humanas,
eliminado do planeta milhões de espécies?

Quem deu licença para atacarem a Lua, podem explicar, se fazem o favor?

Qualquer coisa em nome da ciência?

Ainda não estou refeita de terremotos, furacões, chuvas e laranjeiras assassinadas pelos bandidos do MST, para ver isto.

Alguém precisa informar a eles que a Lua é de todos.

Como a poesia sobreviverá, se começarem a atacar a indefesa Lua?

A foto veio do Beco dos Poetas e Escritores (vale uma visita, com certeza!)

5 comentários:

Anonymous disse...

A ambição transformada em loucura não tem limites meu anjo. A poesia, os sonhos, so podem sobreviver dentro de nós, ou em algum lugar do espaço.
Artur da Távora disse certa vêz que:¨EM ALGUM LUGAR DO SONHO OU DO ESPAÇO, VIVEM LIVRES E DESEMPEDIDAS, TODAS AS VIDAS IMPEDIDAS DE CÁ VIVER.¨
Beijinho Lê

São disse...

Tens total razão: é a loucura em estado puro!!

Feliz semana.

Mauro Castro disse...

Isso me lembra um dos primeiros filminhos feitos para o cinema, que o cara partia num foguete que, por fim, ficava fincado na lua. Tempos de ingenuidade.
Há braços!!

José disse...

Olá Clarice,
Boa chamada de atenção com este teu texto.
Eu acho que o mundo está a ficar louco, talvez seja enfeitos do aquecimento global.querem ver se lá à água, que é para quando destruirem tudo aqui em baixo irem para lá.

um beijinho, José

Clarice disse...

LÊ, num mundo paralelo alguém deverá ter mais juíz!
Beijos.

SÂO, e há os que vendem terrenos por lá. Como se tornaram donos?
Abração.

MAURO, bem lembrado. Só não lembro se achavam água ou não.
Abração.

JOSÉ, antes procurassem dar de comer aos que vivem hoje por aqui, sem incomodar terrenos lunares.
Essa prepotência precisa de freios.
Abraço.