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18 de abr de 2009

Se o telefone tocar...


Há poucos dias por incentivo de meu amigo W. Henrique fui à procura do autor de um "piano" que soava mágico.

Com a imprescindível e inestimável ajuda de um mais que bem informado Professor Rubem Holzmann (e de seu irmão, segundo ele, mágo da informática), revelou-se um músico pouco conhecido por estas bandas. O cubano(está na moda agora, de novo) radicado nos EUA, Enrique Chia, fez fãs por aqui esta semana.

Para quem quiser se deliciar com a perfeição desses sons que ele tira do piano e da alma, basta ir ao oráculo, baixar e salvar diversos. (W. Henrique conta que se apaixonou e salvou mais de 200. Depois de ouvir uma você vai entender essa paixonite dele.)

Para amigos e amigas que tem um pedaço da alma ou os dois pés fincados no chão da terrinha além, bem além desse marzão, ao norte, deixo o caminho não só para ouvir, mas para transportar e customizar o toque de seu celular com essa música. Chique, não?

Pode ser que ela cause uma breve enchente nos olhos de alguém, que das janelas do Rio vê a primavera chegando nas ruas e praças de Portugal.

É apenas um presente para juntar aos aromas que desconheço e para curtir quando a alma já não mais couber na bolsa.

A foto, enviada pelo talentoso Rubem, que, ao violão, fez a voz de Célia ficar ainda mais linda no Guairinha, em outubro de 2008.

4 comentários:

Pitanga Doce disse...

Querida Clarice, aqui está o "alguém que das janelas do Rio vê a primavera chegando nas ruas e praças de Portugal".

Creia que não é preciso o toque do celular ou nem mesmo ouvir a música para causar uma enchente nos piscantes de pitanga.

Ultimamente penso que, como tu, a alma já não cabe mais na bolsa, mas empurramos tudo lá pra dentro e tentamos apertar o fecho.

Vamos seguindo em frente achando que Coimbra pode estar logo ali ao dobrar de esquina.

Se eu te contasse a história do meu celular...

beijos, Clarice, em sábado de cinema nacional. E obrigada.

W.Henrique disse...

Clarice

É que o cara é realmente notável, não só pelo seu virtuosismo como pela sua versatilidade. O cubaninho toca tudo o que pintar pela frente e com uma maestria espetacular. Além do que é ainda acompanhado por uma orquestra de primeira linha. Vale a pena ouvi-lo.

W.Henrique

Pitanga Doce disse...

Pronto, Clarice. Mexeste aonde não devias e o teu post virou um post.

beijos e boa tarde.

Clarice disse...

Pitanga, a referência foi mesmo pra você e todos os que colocam os olhos no Atlântico a partir do outro lado, mas só para trazer boas lembranças. Sempre.
Já pensou avisar que tem recado com uma música asim?
Abraços.

W. Henrique, esse moço vicia.
Abraço.