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9 de jul de 2008

E essa ficha que não cai!

Pessoas, muito, muito, muito obrigada pelos cumprimentos recebidos através dos comentários e por e-mail. Todos foram ou serão retransmitidos.

O dia estava lindo, muito sol, nada daquele frio de quebrar queixo, que todos temiam. Noiva nervosa como deve ser, noivo falador estampando nervosismo também(mais de meia hora para fazer o tal nó Windsor na gravata!).

Tudo planejado e executado por eles nos mínimos detalhes(com os pitacos da mãe/sogrinha, evidentemente, para que a festa não virasse uma tarde numa casa de café colonial- de onde eles tiraram essa idéia só Deus sabe!).

As famílias se comportaram, os amigos idem. Com a lei seca nenhum bebum se atreveu a esvaziar o barril de chopp. Os noivos só molharam o bico na taça para a foto, então fui obrigada a quase secar a garrafa, mas dirigi na volta direitinho, sem chamar a atenção de nenhum marronzinho.

Todo mundo sorridente, nas poses que o fotógrafo pediu e repetiu quando foi preciso. As fotos estão sendo recolhidas, editadas e concentradas. Com essa tecnologia na mão de todos acho que o HD vai estourar. Vida de artista é difícil, acreditem!

E antes que começasse a bagunça por conta do aniversário do noivo, três dias depois do casório, a mãe coruja aqui fez o brinde, aprovado pela avó, sentada ao ladinho do noivo, toda exibida:

"É bom lembrar que a paixão passa, o amor pode se transformar, mas o carinho e o respeito têm que estar presentes todos os dias!" (Foi de bom tamanho, né?)

Amigo Bruno, eu também ainda não entendo como é que esse gurizinho, que corria pelos corredores do Treinamento virou marido com essa pose.
A primeira foto foi tirada por mim na porta do cartório; a segunda no mirante da Lagoa da Conceição, há mais de 20 anos.

2 comentários:

Helô disse...

Clarice, nem fala... Aqui em casa tem gente começando a anunciar que qualquer dia desses vai ter um quarto vago, e eu me recuso a registrar. Engraçado é que eu volta e meia sonho com minha aposentadoria prá me mudar prá Garibaldi e deixar os pintinhos no ninho, sozinhos. Mas quando um pintinho começa a bater as asinhas e ameaça voar... ai, coração!

Coisa que só mãe entende, né?
beijo sem nevoeiro.

Clarice disse...

Helô,ele sempre foi criado para o mundo, passava finais de semana "emprestado" para amigas desde bebê e morava sozinho há mais de 6 anos, mas é que agora num piscar de olhos virei sogra, com tudo o que isso envolve, caramba! E se essa pressa seguir assim, daqui a pouco algum bacorinho me chama de VÓ.
Beijos.