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13 de jun de 2008

DE LEVE!

Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. Escreveu assim: "Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate: nada aos pobres."

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga aconta do alfaiate. Nada aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga aconta do alfaiate. Nada aos pobres.

3) O alfaiate pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.

Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a diferença.

Texto anônimo.

3 comentários:

Tiago Medina disse...

Provando também que tudo nessa vida é relativo.

Mauro Castro disse...

Por essas e por outras que eu passo a semana todo produzindo um único e miserável texto.
Há braços!!

Clarice disse...

Tiago, prova também que não se pode desconsiderar nenhuma hipótese.
Abraço.

Mauro, deixe-se de modéstia! Conforme dizia aquele anônimo famoso: Escrever é a arte de cortar palavras. Eu ainda não aprendi. Mas você produz uma pérola por semana.
Abração.