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20 de mai de 2008

Perdido para sempre


Onde foi que eu perdi aquele reloginho de plástico, que ganhei quando era criança e que marcava sempre as mesmas horas?


Imagem desta loja.
(Eu estava de cara para a televisão, nada a ver com relógios e de repente me vi criança , tentando fechar a pulseira daquele reloginho branco. E tinha uma tiara de florzinhas de plástico, que sumiu também... Alguém viu?)

11 comentários:

Pitanga Doce disse...

O reloginho eu nunca tive mas a tiara com florzinhas de plástico, sim. Elas saíam do lugar e eram coloridas em forma de pequenas margaridas? Então era essa mesmo.

beijos e...queres me ajudar a procurar as agulhas?

Anonymous disse...

Tambem procuro coisas da infância que se perderam. Onde estão ?
Talvez Artur da Távora tenha razão quando disse que : " Em algum lugar do sonho ou do espaço, vivem livres e desimpedidas todas as coisas impedidas de ca viver. " Bjs Lê

leonor costa disse...

Todos procuramos coisas da nossa infância. Dantes não teriam tanto valor... mas agora sentimos a falta delas.


HOJE E AMANHÃ

Clarice disse...

Pitanga, essa mesma! E de tanto trocá-las de lugar...foram-se.

Lê, fantástico esse pensamento! Acredito que os objetos resgatam outras memórias. Bom é guardar as boas lembranças.
Beijão.

Leonor, algumas coisas de minha infância eu seria capaz de descrever nos mínimos detalhes, mas sou um desatre para desenhar, então guardo na memória e uso quando me ajuda a ver tudo o que acontece hoje com olhar de criança.
Um abração.

Pitanga Doce disse...

Ai Clarice, bem que podiam reeditá-las, não? Julinha ia adorar!

São disse...

Minha bela, se quiseres aceitar tens uma prendinha no meu espaço.
Feliz feriado.

Daniel disse...

Clarice

O relógio e a recordação de criança, ou a ternura de criança!

Saudações
Daniel

Clarice disse...

São, uma prenda linda e perfumada. Não há como resistir. Aparecerá aqui em breve.
Abração.

Daniel,essas lembranças nos remetem a fatos e a sentimentos que podemos sempre recuperar por breves instantes, mas foram-se. Mesmo aquela ternura só poderá ser reeditada, jamais sentida novamente.
O relógio nunca mais marcará as mesmas horas.
Obrigada pela visita e comentário(teu blog tem restrição por conter histórias de caserna ou por teres preferência por literatura sobre nazismo?)
Abraço.

Daniel disse...

Olá Clarice

Não terás lido bem o meu post, não reparaste que a história tem créditos num diário pessoal, que foi vivida. O Onofre encarna Daniel Costa.
Considera-me o mais pacifista.
Adivinhaste, tenho razoável acervo de livros sobre o nazismo, deles tirei muitas ilações sobre a manipulação de massas.
Decididamente, dá riso certas situações de guerra, como homens que se julgam importantes, actuam com tanta mesquinhez. O mesmo observei em África.
Ao longo da história, haverá, alguns retratos, vividos pessoalmente.
De qualquer modo, achei intessante o teu comentário e agradeço.

Daniel

Mauro Castro disse...

Esses relógios eram mesmo ótimos. Hoje tenho um que me faz viver correndo atrás dos ponteiros.
Há braços!!

Clarice disse...

Mauro,como é que um objeto tão, digamos, insignificante, virou escravizante, não é? Essa responsabilidade que nos fez adultos nos tira algo de muito bom que é o poder de decisão a nosso favor.
Haja pernas!
Abração.