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17 de jan de 2008

Neurônios em Atividade.



"(...) a natureza não é cruel, apenas implacavelmente indiferente. Esta é uma das lições mais duras que os humanos têm de aprender. " Richard Dawkins


"Os Deuses são a encarnação do que nunca poderemos ser. O cansaço de todas as hipóteses..." Fernando Pessoa


"Se não há um deus, estamos corretos; se há um deus indiferente, não sofreremos; se há um deus justo, não temos nada a temer pelo uso honesto da racionalidade; mas, se há um deus injusto, temos muito a temer – assim como o cristão." George Smith


"Se uma proclamação pública repentinamente anunciasse a anulação de todas as leis criminais, imagino que nenhum de nós teria coragem de ir para casa sob a proteção das causas religiosas." Schopenhauer


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5 comentários:

Rui Caetano disse...

Nós somos deuses de nós próprios.

000000 disse...

Interessante.

Em uma da aulas que tive semestre passado, o professor comentou que Sartre disse, "o objetivo do homem é tornar-se deus", e sem jamais alcançar tal intento, mas que nos mobiliza a nos superarmos.

E o dia sombrio não é tão sombrio assim, é mais uma reflexão meio poética. Só que empaquei no meio do pensamento, e agora estou tentando reencontrar o fio-da-meada.

Acho que preciso de mais atividade aqui nos neurônios. Um abraço!

Isabela disse...

Ah, Deus e Natureza são sempre bons assuntos, por serem tão amplos. Eu acho que as questões sobre eles se convergem. Tanto religião quanto ciência estão aí para o mesmo fim: explicar o mundo!
E concordo plenamente com a observação de que o cristianismo tem um Deus cruel. A maioria das rezas inclui a palavra "piedade". o-o

tem um outro poema do Fernando Pessoa, ou melhor dizendo, Alberto Caeiro, que tem uma reflexão bonita, pagã:
"Mas se Deus é as flores e as árvores
E os montes e sol e o luar,
Então acredito nele,
Então acredito nele a toda a hora,
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.
Mas se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o sol,
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;
Porque, se ele se fez, para eu o ver,
Sol e luar e flores e árvores e montes,
Se ele me aparece como sendo árvores e montes
E luar e sol e flores,
É que ele quer que eu o conheça
Como árvores e montes e flores e luar e sol.
E por isso eu obedeço-lhe"

Ah, interessante sua posição quanto a definição de arte ^_^!

Bom final de semana.

Berta Helena disse...

Clarice,

è interessante o que nos trazes. Como sempre. Mas eu concordo com o Rui Caetano: somos deuses de nós próprios.

Beijinhos.

São disse...

Uma interessante recolha de reflexões , com profundidade e saber.

Bom fim de semana, querida.