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17 de out de 2007

O Bombeiro que Virou Sapo


Com vocês, Algaci, o sapo.

Ele mora no jardim de Neu e Vicentina, em Curitiba. Chegou assim como quem não quer nada, olhos esbugalhados, com pulinhos exploratórios meio tímidos. Descobriu que naquele terreno havia sombra. Ufa! Que a seca está de amargar, meu!

Nunca seria rei do pedaço porque já havia lá uns moradores mais antigos: cães, um cágado e sabe-se lá mais o quê! Melhor ficar na moita.

Mas quem resiste a um barulhinho, nem que seja para comemorar a grama fresca depois de tanto sol?

E assim, descoberto e aceito, uma tábua de tanque pelo avesso virou casa. Em troca disso a garantia de que não haverá inseto que se atreva a passar por ele.

Enquanto isso, mantemos nossas galochas e a firme intenção de sobreviver a mais alguns dias de prisão domiciliar por conta de tanta água.
Pouco ou muito é sempre uma questão de ponto de vista. Certo, Algaci?

4 comentários:

....... disse...

Eu não gosto de sapos... eles são os inimigos das fadas. Eu gosto das fadas.

Abraço!

São disse...

Eu gosto de sapos: escondem sempre príncipes ,encantados (e encantadores),ainda por cima...e é esta a única maneira de ver tal raridade, não é?
Abraços.

Pitanga Doce disse...

Este nome do sapo, e ainda por cima virou bombeiro...sabes como é eu estive oito meses fora mas, não há o perigo de aparecer alguma perereca chamada Luma? Ou seria Ana Maria! Credo que este fuso horário e o câmbio dos euros andaram a me dar voltas aos "castores" (Tico e Teco)

beijinhos Clarice

Clarice disse...

Bárbara, tenho histórias incríveis de minha infância e meu horror a sapos. Mas esse é do bem e foi tão bem acolhido pelos meus amigos que acho que ele só vai dar sorte.
Pirilimpimpim!
Abraço.

Conceição, não vá sair por aí a beijocar sapos, hein? Para falar a verdade eu não sei há quanto tempo não vejo um de verdade. Sapo. E príncipe também!
Abração.

Pitanga, sabe o que se diz de sapos muito musculosos, não é?
Era uma vez um remador..nem te conto!
Depois que aposentei o relógio, esse horário ecológico me afeta menos, mas continua antipático.
Beijim.